segunda-feira, 20 de maio de 2019

As cidades abandonadas do Pólo Norte


Nas ilhas Svalbard, nas profundezas do Mar Ártico, bem acima Noruega, existem os restos de estações de pesquisa e cidades que floresceram no passado!

Barracas velhas com fechaduras duplas, uma eficaz proteção contra ursos polares, estão abandonadas nestas ilhas esquecidas, que se situam cerca de 1000 km do Pólo Norte.

O cenário é de tirar o fôlego e a vida que existe nestes locais são, em sua maioria compostas por raposas árticas, ursos polares e renas.

Durante o século 17 e 18, as ilhas Svalbard foram utilizados como base para expedições baleeiras, porém, desde o início do século 20 a principal indústria das ilhas foi o carvão.

Hoje ainda é possível vislumbrar uma parte desta história nas minas abandonadas em torno do maior assentamento, que ainda existe em Longyearbyen, com uma população de 2.162 pessoas.

Longyearbyen é a capital administrativa e econômica do arquipélago de Svalbard. Está localizada na ilha de Spitsbergen e a maioria dos seus habitantes são noruegueses. É a cidade mais setentrional do planeta.

A locomoção é um problema, pois existem poucas estradas e somente veículos de neve podem ser utilizados. A chegada até a ilha é realizada através de barcos, mas também existe um aeroporto que foi construído durante a Segunda Guerra Mundial.

No Norte de Longyearbyen ficava o primeiro assentamento russo de mineração de carvão, conhecido como Pyraminten (Pyramiden). A União Soviética comprou o lugar em 1927 da Suécia e este foi o lar de mais de mil pessoas até ser abandonada em 1998.

Hoje os sinais de vida ainda são visíveis, como uma piscina olímpica de natação, a cabine de um cinema com projetor e uma sala transbordando com rolos de filme.

Esta paisagem congelada isolada foi uma inspiração para o fotógrafo Christopher Mitchell (Christopher Michel), que registrou uma série de imagens impressionantes em sua segunda viagem até o local.

Ele diz que é fascinado pelas paisagens distantes, sem a presença de pessoas, destacando que através de suas fotografias apresentou o belo lugar e os remanescentes das comunidades que ainda vivem por lá.












Fotografia Creditada a Christopher Michel - snoopit24
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